terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ainda falta muito para reformar (Aniversário da Reforma)



AINDA FALTA MUITO PRA REFORMAR
Por Valdeci do Carmo



No dia 31 de outubro de 1517 um homem convicto de sua fé, MARTINHO LUTERO, rompeu drasticamente com a igreja soberana da época. 95 teses foram afixadas às portas do Castelo de Wittenberg.


Este homem desafiou a “autoridade divina” da época, o sistema eclesiástico existente que era a “representação de Cristo”. Não teve medo de defender suas convicções. Creu na Palavra e denunciou toda forma de corrupção existente. Abuso de poder, enriquecimento ilícito, heresias nas mais variadas formas, enfim um homem que fez a diferença em sua época. Obviamente muitos antes dele também contribuíram e pagaram com a vida.


Não pretendo discorrer sobre a Reforma. Há muitos textos na internet que trata do assunto e muitos blogs conceituados que fazem o mesmo. Passaram-se mais de 490 anos e parece-me que a história se repete, o problema é que poucos estão dispostos a se sacrificarem em prol da verdade.


O abuso de poder é uma constante, pessoas assumem grandes trabalhos como se os mesmos fossem propriedades pessoais que devem ser guardadas como herança familiar.
As recomendações de Tiago sequer são lidas em muitos lugares, pois toca a ferida e expõe nossa nudez coberta pelo manto da hipocrisia. Conformamos-nos com os títulos e em nome da “obediência” nos calamos sob a desculpa que “Deus vai agir”, “não toquem nos ungidos”, entre outras do gênero.


Até quando iremos presenciar passivamente a Bíblia, sendo posta de lado, verdades fundamentais relegadas a segundo plano, manipulações das emoções em nome do avivamento e multidões sendo extorquidas em nome da fé. Presenciamos tudo isso e nos calamos. Por que nos calamos? Temos medo de perdermos a confortável “unção ministerial”? Queremos ser vistos com bons olhos e para isso devemos agir politicamente corretos? Estamos tão presos a força da tradição que temos medo de sair d ministério e acarretar maldições por termos desobedecido e abandonado a “obra do Senhor”? Seja qual for o motivo do silêncio de muitos não estão desculpáveis diante de Deus.


Temos muitos títulos e entretenimentos à moda romana “pão e circo”, mas lá no fundo nossas consciências sentem o lampejar de alerta nos dizendo que está faltando mais compromisso, mais palavra, mais unção, mais cristianismo e menos religiosidade.


Faltam-nos homens como Elias, João Batista, Jeremias entre muitos outros que não se omitiram da verdade embora lhes custasses um preço caro de se pagar. Conclamo a todos que não se calem contra a Teologia da prosperidade, contra a tão falada unção profética da transferê

ncia de riqueza, posicionem-se contra a suposta bênção de Toronto, contra os modismos que avassalam nossas igrejas e destroem as estruturas em que outrora estavam firmadas.
A decisão é sua, Lutero teve que tomar a dele. Levantar-se contra a igreja-mãe, a detentora exclusiva do direito ao céu, a portadora dos oráculos divinos, cujos ministros representavam o próprio Cristo.


Não tenha compromisso com nenhum ministro ou ministério que desrespeita as verdades contidas na Bíblia. Não precisa temer àqueles que não defendem a igreja do Senhor e ainda permitem que seja ludibriada, extorquida e com marcas das “pauladas” recebidas advindas das “exortações proféticas” dos santos “homens de Deus”.


Não há muito mais a comemorar, o sistema papal está vivo, as indulgências continuam a serem vendidas em todas as formas. Enfim, precisamos terminar a Reforma que foi iniciada a mais de 490 anos.


Valdeci do Carmo
Ministro do Evangelho
Novembro de 2009
texto retirado originalmente do Blog http://valdecidocarmo.blogspot.com/

domingo, 18 de outubro de 2009

Um chamado para a angústia (David Wilkerson)

video

Com os valores invertidos, a igreja tem valorizado, focado, pregado e ensinado o que antes era repudiado por ela mesma, a valorização dos bens materiais. Na era cristã, era comum sofrer e morrer por Cristo e pelo evangelho. A vida espiritual não era medida pelos bens materiais, e sequer pela saúde, mas sim pela fidelidade à Deus a qualquer custo.

Os heróis da fé, em especial os da primeira galeria, foram considerados heróis justamente por sofrerem e morrem pela espada, fome, perseguição, leões...

A busca desenfreada pelas riquezas, saúde e sucesso tem mostrado biblicamente o quanto perdemos a essência do evangelho de Cristo. "Buscai primeiro o reino de Deus"...

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O VALOR DA PROFECIA

Desconhecimento Profético

Até algum tempo atrás, a melhor descrição da minha postura a respeito de profecias seria a de uma atitude mista. Eu tinha interesse por aquelas profecias diretas e fáceis de entender, mas muitas outras, para minha mente desinformada, pareciam algo beirando o enigmático. Também havia o meu preconceito contra os ensinamentos de alguns “ministérios proféticos” que partem de uma plataforma bíblica mas quase sempre descambam em especulação.

Por um lado, eu estava ciente de que aproximadamente 30% da Bíblia são profecias preditivas, e que elas certamente foram incluídas nas Escrituras por razões válidas. Portanto, empenhei-me em descobrir quais eram essas razões.

Quase todas as profecias preditivas falam sobre Israel e a vinda do Messias. De fato, Deus declara aos israelitas que eles seriam um sinal para o mundo.

O Significado da Profecia

Então, o que aprendi? Vamos começar com as coisas fundamentais. A Profecia tem dois significados bíblicos. O termo se refere, em uma definição mais abrangente, a tudo que Deus tem a dizer para Suas criaturas racionais. A Bíblia, portanto, como revelação específica de Deus à humanidade, é um livro completamente profético (2 Pe 1.19-21). Trata-se da proclamação de Deus acerca das coisas que não poderíamos saber de outra maneira.

A Profecia também inclui a predição de Deus, ou seja, as revelações que nos permitem saber o que vai acontecer. A habilidade de prever o futuro, como dissemos, diz respeito a quase um terço das Escrituras, e é declarada por Deus como sendo a maior prova de que somente Ele é Deus: “...Eu sou Deus e não há outro; Eu sou Deus e não há outro semelhante a mim, que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam...” (Is 46.9-10).

Quase todas as profecias preditivas falam sobre Israel e a vinda do Messias. De fato, Deus declara aos israelitas que eles seriam um sinal para o mundo, glorificando-se a Si mesmo neles e através deles (Is 46.13). Em Isaías 43.10 Deus lhes diz: “Vós sois as minhas testemunhas... o meu servo a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.” Em outras palavras, Deus usará aos judeus e à sua terra como “testemunhas”, tanto para eles mesmos quanto para o mundo.

Isso se dá não somente quanto à Sua existência, como também mostrando que Ele está ativamente envolvido em desenvolver a história de Israel e a cumprir Seu propósito para toda a humanidade. A Profecia declara o plano de Deus de antemão. E o propósito é que nós todos possamos “conhecê-lO”, crer nEle e “entender” que somente Ele é Deus. A Profecia é a prova convincente não apenas da existência de Deus, mas também de que a Bíblia é exatamente o que diz ser – a Palavra de Deus.

Profecia, Promessa e Obediência

Aqui está um exemplo do testemunho profético de Deus através de Israel: Ele declarou a Abraão (Gn 12.1; 15.18), a Isaque (Gn 26.3), e posteriormente a Jacó (Gn 28.13) que lhes daria a terra “desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates” (Gn 15.18), e que essa Terra Prometida seria deles e dos seus descendentes para sempre (Js 14.9). É um fato histórico, como registra o livro de Josué, que os israelitas possuíram a terra que Deus lhes prometera.

A promessa de Deus era irrevogável, contudo, eles foram avisados por Deus de que, se não Lhe obedecessem, Ele os tiraria da terra por algum tempo: os israelitas desobedientes seriam “desarraigados da terra à qual passais para possuí-la” (Dt 28.63). O povo foi desobediente e Deus fez o que dissera – resultando no cativeiro do Reino do Norte (Israel) na Assíria e no cativeiro do Reino do Sul (Judá) na Babilônia.

Jeremias profetizou que os cativos retornariam da Babilônia para Jerusalém “quando se cumprirem os setenta anos” (Jr 25.12). Mesmo assim, uma dispersão dos judeus ainda mais devastadora foi anunciada: “O Senhor vos espalhará entre todos os povos, de uma à outra extremidade da terra...” (Dt 28.64). Esta, a última e maior Diáspora (Dispersão), ocorreu quando os exércitos romanos sob o comando de Tito arrasaram Jerusalém no ano 70 d.C. Os judeus foram realmente dispersos por todo o mundo, como a Bíblia predisse, e a Palavra de Deus também nos fornece detalhes de como eles seriam tratados: “...fá-los-ei um espetáculo horrendo para todos os reinos da terra; e os porei por objeto de espanto, e de assobio, e de opróbrio entre todas as nações para onde os tiver arrojado” (Jr 29.18). Hoje isso é conhecido como anti-semitismo, no entanto, foi profetizado por Moisés (Dt 28.37) há 3.500 anos atrás!

O Cumprimento das Profecias

Poderia parecer que essa dispersão, juntamente com as perseguições e as tentativas de aniquilação da raça judaica que a acompanharam, teria colocado Deus numa situação insustentável. Afinal de contas, Ele prometeu incondicionalmente a Abraão que a Terra Prometida “...que vês, Eu ta darei a ti e à tua descendência, para sempre” (Gn 13.15). O Senhor declarou também que apesar de Israel não ficar sem punição, Ele não daria cabo dele completamente, mas ...“te livrarei das terras de longe e à tua descendência das terras do exílio; Jacó [Israel] voltará...” (Jr 30.10-11).

O fato de que uma minoria perseguida e dispersa possa ter vivido por dois mil anos entre outras raças sem ter sido absorvida por elas (especialmente quando, se o aceitasse, teria evitado uma perseguição sem fim) e permanecido um grupo étnico identificável, é inconcebível – certamente isso não foi por acaso e é algo sem precedente na história do mundo. Adicione-se a isso o fato assombroso de que eles seriam posteriormente ajuntados do mundo todo e trazidos de volta para a terra que Deus lhes havia prometido há mais de três mil anos atrás. Contudo, como o mundo sabe, isso aconteceu “oficialmente” em 1948, quando Israel foi reconhecido como nação independente.

O Retorno de Israel à Terra Prometida

Desde o retorno dos judeus a agricultura tem sido um dos maiores empreendimentos econômicos de Israel. Esse país tão pequeno é agora o maior exportador de frutas e vegetais para a Europa e até manda flores para a Holanda!

Com relação a essa restauração profetizada, a Bíblia fornece numerosos detalhes do que aconteceria quando os judeus retornassem à sua terra. Por exemplo, o livro de Isaías afirma: “Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo” (Is 27.6). Oséias acrescenta que os israelitas retornarão: “...voltarão; serão vivificados como o cereal, e florescerão como a vide; a sua fama será como a do vinho do Líbano” (Os 14.7). No final do século XIX, o escritor norte-americano Mark Twain, visitando a Terra Santa, notou que ela estava quase que totalmente deserta. No entanto, desde o retorno dos judeus a agricultura tem sido um dos maiores empreendimentos econômicos de Israel. Esse país tão pequeno é agora o maior exportador de frutas e vegetais para a Europa e até manda flores para a Holanda!

O Senhor dos Exércitos Guerreia por Israel

Os profetas hebreus também previram que Israel teria uma capacidade militar impressionante: “Naquele dia, porei os chefes de Judá como um braseiro ardente debaixo da lenha e como uma tocha entre a palha; eles devorarão à direita e à esquerda, a todos os povos em redor... Naquele dia o Senhor protegerá os habitantes de Jerusalém; e o mais fraco dentre eles, naquele dia, será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o Anjo do Senhor diante deles” (Zc 12.6,8).

Até uma análise superficial das três guerras nas quais Israel lutou para se defender da ameaça de destruição por parte dos países árabes, mostrará evidências esmagadoras de que elas são o cumprimento das palavras dadas por Deus a Zacarias. Na guerra de 1948-49, que se seguiu à Independência, Israel foi vitorioso apesar de ter um contingente de soldados e armas desesperadamente menor. A assombrosa vitória de Israel, portanto, foi nada menos do que um milagre. A Guerra dos Seis Dias, em 1967, foi ganha tão rápida e decisivamente por Israel, contra todas as probabilidades, que a revista “Newsweek” publicou a respeito um artigo intitulado “Espada Veloz e Terrível”.

A Guerra do Yom Kippur encontrou Israel novamente com um número muito inferior de soldados, e, dessa vez, pelo fato do ataque ter ocorrido num feriado religioso, o povo foi pego de surpresa. No entanto, apesar de terem sofrido muitas baixas, esses beneficiários das promessas de Deus puseram as forças árabes para correr.

Uma Pedra Pesada Para Todos os Povos

Um último item profético com respeito a Israel e Jerusalém (entre muitos que poderiam ser mencionados) tem relação com sua posição no mundo de hoje. Cerca de 480 a.C., Zacarias escreveu que Jerusalém se tornaria “...um cálice de tontear... uma pedra pesada para todos os povos...” (Zc 12.2-3). Essa profecia foi particularmente assombrosa porque, no tempo em que foi feita, a situação de Jerusalém era tal que, na melhor das hipóteses, a faria parecer ridícula.

Uma parte dos israelitas tinha recentemente retornado do cativeiro na Babilônia, para uma Jerusalém que tinha estado em desolação por 70 anos. Seus muros estavam destruídos, seus campos não tinham sido lavrados, e o povo remanescente enfrentava problemas até na reconstrução do Templo, porque não conseguia se livrar do assédio contínuo dos samaritanos da região. Contudo, aproximadamente 2.500 anos mais tarde, Jerusalém realmente tem se tornado “um cálice de tontear” para este mundo aflito, “uma pedra pesada” que, a menos que os problemas ali sejam resolvidos, poderá levar a uma guerra nuclear sobre todo o planeta.

Cerca de 480 a.C., Zacarias escreveu que Jerusalém se tornaria “...um cálice de tontear... uma pedra pesada para todos os povos...” (Zc 12.2-3), e aproximadamente 2.500 anos mais tarde, Jerusalém realmente tem se tornado “um cálice de tontear” para este mundo aflito, “uma pedra pesada” que, a menos que os problemas ali sejam resolvidos, poderá levar a uma guerra nuclear sobre todo o planeta.

A Profecia e a Salvação

Deus é o Deus da Profecia. Ele é também o Deus da nossa salvação; e a Profecia sublinha e aponta para a salvação. Israel foi escolhido por Deus para o propósito primário de trazer o Messias ao mundo: ...“para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo 3.17). Quando o apóstolo Paulo fez as suas viagens missionárias, seu método em cada cidade que visitava era inicialmente entrar na sinagoga judaica e pregar que Jesus era o Messias que Deus havia prometido. Na sinagoga da cidade grega de Beréia, os judeus foram elogiados não somente por ouvirem o que o apóstolo tinha a dizer, mas mais especificamente porque examinavam “...as Escrituras todos os dias [para discernir] se as coisas [que ele dizia concernentes ao Messias] eram, de fato, assim” (Atos 17.11). Apesar de não termos os detalhes do que ele pregava, sabemos que há centenas de profecias messiânicas às quais ele poderia ter-se referido.

As Profecias Concernentes ao Messias

Sem dúvida, Paulo enumerou para eles os critérios proféticos necessários para que aspirantes à messianidade se qualificassem como o Cristo de Deus, o Salvador de toda a humanidade: Ele deve ter nascido em Belém (Mq 5.2); ser da tribo de Judá (Gn 49.10); ser da linhagem do rei Davi (Is 11.1); ter nascido de uma virgem (Is 7.14); realizar milagres (Is 35.4-6); morrer pelos pecados do mundo (Is 53.5,6,10); permanecer três dias e três noites na sepultura (Jo 1.17); ressuscitar dentre os mortos (Sl 6.10).

Israel foi escolhido por Deus para o propósito primário de trazer o Messias ao mundo: ...“para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo 3.17).
Somente Jesus Preenche Todos Esses Requisitos
Para os bereanos do primeiro século, desejosos de mais informações sobre a morte sacrificial do Messias, Paulo poderia ter fornecido tantos detalhes descritivos tirados das profecias do Antigo Testamento (escritas de 1500 a 400 anos antes do acontecido), que eles teriam se sentido como se fossem testemunhas oculares dos fatos. Considere o seguinte: Daniel nos dá a data exata em que o Messias entraria em Jerusalém para ser proclamado Rei de Israel (Dn 9.25). Zacarias nos conta que Ele viria montado num jumento (Zc 9.9) e que seria traído por trinta moedas de prata (Zc 11.12); o traidor seria um amigo (Sl 41.9).

Isaías prediz que Ele ficaria silencioso perante Seus acusadores e seria afligido e cuspido por eles (Is 53.7; 50.6). Moisés indicou que Ele seria crucificado (Dt 21.22-23). O salmista nos fala que a multidão presente à Sua crucificação iria escarnecer e zombar dEle, sacudindo suas cabeças à Sua vista (Sl 22:7-8; 109.25); que Seus amigos olhariam de longe (Sl 38.11); que soldados lançariam a sorte pelas roupas dEle (Sl 22.16-18); que para matar Sua sede Lhe ofereceriam vinagre (Sl 69.21); Suas mãos e pés seriam traspassados (Sl 22.16); nenhum de Seus ossos seria quebrado (Sl 34.20); as palavras exatas que Ele diria ao Pai são registradas (Sl 22.1; 31.5). Zacarias escreve que o Seu lado seria furado (Zc 12.10). Isaías declara que Ele morreria entre ladrões (Is 53.9,12) e que seria sepultado na sepultura de um homem rico (Is 53.9).

Além disso, Isaías nos dá as razões pelas quais o Filho de Deus foi para a cruz: Ele foi “...ferido pelas nossas iniqüidades”; “...o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós”; “quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado...” (Is 53.5,6,10). Repetindo: só Jesus tem as credenciais para ser o nosso Salvador.

O que dizer, então, de todas as profecias ainda a serem cumpridas? Como aquilo que estava predito com relação à primeira vinda de Jesus foi perfeitamente cumprido, podemos estar absolutamente confiantes de que Deus também fará acontecer tudo o que predisse para o futuro.

A Importância das Profecias Bíblicas

Portanto, que utilidade há na Profecia? Emprestando uma frase da Epístola aos Romanos: “Muita, sob todos os aspectos” (Rm 3.2). O Senhor declara: “Quem há, como eu, feito predições... Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! Não vos assombreis nem temais; acaso desde aquele tempo não vo-lo fiz ouvir, não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas...” (Is 44-7-8).

A Profecia Bíblica nos assegura que Deus existe e que somente Ele sabe as “coisas que estão por vir”, e que nós, que cremos nEle, não temos razão para andar temerosos. Mais do que isso, nós devemos ser as “testemunhas” de Deus, usando a profecia bíblica como testemunho da verdade revelada nas Escrituras e prova de que exclusivamente a fé em Jesus, Seu Filho Unigênito, é a esperança da humanidade para a salvação. Vamos, portanto, compartilhar as Boas Novas com entusiasmo: “...o Evangelho de Deus, o qual foi por Deus, outrora, prometido por intermédio dos seus profetas nas Escrituras Sagradas, com respeito a Seu Filho” (Rm 1.1-3)!

(T.A. MacMahon - TBC 11/01 - http://www.chamada.com.br)Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, Fevereiro de

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

A LIBERTAÇÃO



O que é a Libertação?A salvação de nossos fardos e dificuldades? Em parte, sim. Porque, além de ficarmos libertos do jugo do pecado, adquirimos outro jugo: o de Cristo. Ele nos liberta de nossos velhos fardos de pecado e soluciona nossos problemas, a fim de sermos transformados para uso em seu Reino. Quando aceitamos a Cristo, e entregamos a nossa vida a Ele, vivemos para Ele, e não para nós mesmos.


Vivemos no mundo doentio, neurótico, oprimido e cheio de patologia. Os lares estão em crise, o divórcio parece uma normalidade, a violência entre os filhos e o abandono deles às babás eletrônicas, são altamente prejudiciais.


Uma boa parte dos meios de comunicação está comprometida com o engano, publicam somente o pecado que gera a morte, notícias ruins, ou que os favorecem. As drogas continuam matando viciados, e agregando defensores, fazendo com que os valores morais sejam invertidos, a sociedade moderna está enferma.


A igreja é o contraponto desta anomalia, a igreja é lugar de refrigério. ”Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At 3.19). A grande resposta para tanto sofrimento e angústia está na palavra.


Precisamos sentir a dor da sociedade, e observar de perto o quanto está apática, e ter compaixão como Jesus teve de sua situação deprimentemente miserável. “E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas” (Mc 6.34).


A PALAVRA FAZ A DIFERENÇA


Tomé tinha tudo para ser um depressivo, e viver isolado por não crer em seu mestre, e posteriormente, encontrar-se com ele eliminando toda a incredulidade a seu respeito.


Pedro deveria viver com trauma-neurosa, e viver separado dos demais pela vergonha de ter negado seu Mestre. Porém a palavra, que estava neles fez com que superassem todas as possibilidades de um viver negativo.


A resposta para a sociedade está na Bíblia.




O sermão da montanha é uma verdadeira aula de paz interior, de curas emocionais e físicas. Nas suas cartas, Paulo deixa um legado de um verdadeiro manual de curas e libertação.



Romanos fala da opressão do pecado, da angústia e a vitória pela fé em nosso Senhor Jesus Cristo.



Aos Coríntios, escreve sobre suas fragilidades espirituais e emocionais e mostra contra isso o amor, a esperança e a fé.




Escrevendo aos Gálatas, repreende a vida medíocre dos irmãos, e mostra que a verdadeira libertação é pelo evangelho e o Fruto do Espírito.



Os irmãos de Éfeso foram admoestados pela carta de Paulo, a vencerem a ansiedade, porque a igreja é um corpo e unida, precisa marchar em comunhão.


Os filipenses aprenderam a trabalhar a terapia da alegria que é o segredo da vitória, e vencer a tristeza e o desânimo.



Os Colossenses aprenderam a perdoar, porque Cristo nos perdoou e nos abençoou. Paulo exorta sobre a esperança aos tessalonicenses, e somos esperançosos.


Precisamos procurar uma resposta para a sociedade na Bíblia, ela tem todas as respostas para sermos salvos e ter comunhão com Deus. Se alguém quer fazer a vontade de Deus para ser salvo, precisa conhecê-la. “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre” (Jo 7.37,38).



Geziel Silva Costa

sábado, 25 de julho de 2009

Mensagens Subliminares Evangélicas




Mensagens Subliminares Evangélicas

Mensagens Subliminares. Fiquei curioso pelo grande número de vídeos relacionados ao tema, mas, sobretudo pela grande quantidade de músicas evangélicas contendo estes efeitos. Resolvi lhe dar atenção e verificar o que era: Uma vez interrogado se as Mensagens eram verdade ou não, confirmei que sim, no entanto duvidando da veracidade da matéria decidi eu mesmo verificar o que acontece e veja só o que descobri:


Para muitos cristãos evangélicos isso pode parecer sensacionalismo e bizarro por ser um assunto novo em nosso meio. Mas isso é tão antigo lá fora que já não é mais novidades em meio aos cantores seculares, que por sinal, já usam deste recurso desde a década de sessenta: Os Beatles já o usavam em grande parte de suas músicas. Mas não quero desvirtuar o tempo do leitor com frases bizarras que há muito tempo já morreram, mas simplesmente explicar o que são mensagens subliminares, como é feita, serve para quê, se é real ou não, visto que, muita gente tem dúvidas se isso é mesmo real ou fantasia.


Mais afinal o que são mensagens subliminares? São mensagens gravadas nas músicas que ao serem reproduzidas ao contrário, trazem uma mensagem diferente daquela que é reproduzida normalmente. Digamos que se fosse possível rodar um CD ao contrário, ouviríamos muito bem essas mensagens. Antigamente isso era tão simples, pois bastava girar o disco vinil com o dedo ou dobrar uma fita cassete. Mais surgiu um novo recurso com a música digital: O computador! Com um simples software, poderemos analisar sistematicamente palavras por palavras e frases inseridas no meio do canto.


Usando o Sound Forge, fiz esta pesquisa e constatei que estas palavras são colocadas propositalmente e com algum objetivo. Um cantor interrogou-me se em suas músicas haveria este tipo de frase ou não. Outro alguém ceticamente disse-me que qualquer música tocada ao reverso traz estas mensagens mesmo, e além do mais, poderemos traduzi-las para o que quisermos ouvir. Definitivamente os dois estão totalmente equivocados. Ainda assim respondi ao primeiro que haveria sim mensagens em suas músicas, mas com uma condição: Caso ele mesmo as tivessem colocadas. Jamais uma mensagem subliminar aparece em uma canção aleatoriamente.



E caso aparece uma palavra ou duas, será normal. Mas uma frase inteira, e no caso de diversos hinos que aparecem em todo o texto, é muita coincidência! Neste caso sim sou cético para crer que uma música inteira revertida traz coincidentemente uma mensagem subliminar do início ao fim. É impossível! Uma música sem mensagens subliminares reproduzida ao contrário traz um grande número de palavras sem sentidos, sem sinônimos, ruídos incompreensíveis e sem significado algum gramatical.


O interessante é notarmos como é feito uma mensagem subliminar. Vale explicar que a pronúncia das palavras não são exatas e perfeitas, visto que, tudo ficará totalmente ao contrário. Não fosse assim haveria uma enorme quantidade de palavras sem sentido tocadas na música no modo normal. Por exemplo, a frase Jesus é bom ao contrário seria mob é suseJ. Porém para inserir esta frase como uma mensagem subliminar ninguém a pronunciará do modo citado anteriormente. Caso contrário quando alguém falasse qualquer palavra estranha, seria fácil demais para ser descoberto por qualquer um que usasse a gramática para verificar estas situações.

Assim ninguém sai cantando por aí obaid, obaid e obaid para louvar o diabo, pois diabo ao contrário se escreve obaid. As músicas com mensagens subliminares possuem frases bem maiores pronunciadas várias vezes. O que fica explicado é que várias frases colocadas de um modo proposital e com um fim no decorrer de toda a música,( as que analisei), justamente para gerarem uma mensagem ao contrário. Existem músicas a velocidade como foi pronunciado cada palavra, a articulação de toda voz e até a tonalidade certa para se ter um efeito ao reverso de cada som! Estas mensagens não geram só uma palavra ou poucas frases com sinônimos sinistros, mas um texto completo de adoração satânica. Seria coincidência demais? Só cego pra não ver, pois a proporção de erro é de uma em um milhão! É impossível!



E o curioso é que jamais veremos uma mensagem subliminar boa que fale em Jesus, Deus, amor, salvação e perdão. Por que será que só trazem frases diabólicas, sexo, satanismo, drogas, ocultismo e até pornografias? Quer dizer que a coincidência não traz coisas boas? Só más? Fique ao leitor a conclusão. E para fechar este parágrafo veja como é feito uma mensagem subliminar: O produtor terá que gravar a palavra, frase ou texto na íntegra em um sistema para ser reproduzido (tocado) normalmente. Ou seja, em primeiro lugar a mensagem subliminar é criada antes de qualquer música.



Tudo o que você ouve ao reverso foi criado primeiro. Isso anula qualquer coincidência. Depois com o uso do loop (repetição) em cada palavra o produtor achará facilmente outra similar a aquela criando assim um texto inocente para qualquer tipo de música evangélica ou não. Às vezes a junção de duas palavras servirá para uma, outras vezes o final de uma com o começo de outra é que servirá para a elaboração de uma palavra ou frase que deverá ser ouvida. Por isso na música o contrário de ROMA nem sempre será AMOR. (leia amor ao contrário). Infelizmente também Jesus nem sempre será Jesus.


Ouvi o que um cantor pregador disse para defender tais músicas em nosso meio. Talvez devêssemos analisar seus trabalhos para descobrirmos tamanha fúria e apologia a algo tão suspeito... Agora o leitor poderá ficar imaginando para quê serve tudo isto, ou se provoca algum efeito nas pessoas que ouvem este tipo de mensagens ou não. Sim, o resultado é catastrófico. Uma mensagem reproduzida no modo normal você tem o direito de aceitar, rejeitar, analisar, discordar, corrigir e deixar de lado. Já no modo oculto não: você pensa que está ouvindo aquilo que gosta enquanto seu subconsciente é bombardeado por mensagens que não lhe dão o direito de verificar se é certo ou errado, bom ou ruim, enfim se é do bem ou maligno.



Você é apenas o receptor: queira ou não tudo irá para a sua memória subconsciente. Daí a nossa responsabilidade de alertar a todos sobre o perigo que isto poderá causar em nosso meio: Rebeldia geral, desinteresse pelas coisas de Deus, desvalorização das sagradas escrituras e esfriamento espiritual total. Hoje o desviado é diferente. Odeia as coisas de Deus, muitos não se intimidam em adentrar no satanismo, muitos são verdadeiros trabalhadores contra a religião enquanto outros foram tão inofensivos e agora são delinqüentes totalmente marginalizados. O mundo já passou por isto e o caos é bem conhecido:



Esta nova geração não acha o ocultismo estranho, a prostituição é coisa normal e corriqueira, as drogas para os nossos jovens é cada vez mais, algo normal e inofensivo, e, tudo isto vem sendo pregado há décadas por cantores de rock (com as mensagens subliminares) que só agora podem colher seus frutos malignos. Agora nós os evangélicos somos a bola da vez. Sejamos sábios para não deixarmos isto acontecer. Quem tem ouvidos ouça: Se possível enganaria os escolhidos, por tanto vigiai e orai porque a nossa redenção está próxima.


Texto de


Ev. Geziel Silva Costas